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A crise capitalista que se arrasta

Por Jeferson Malaguti Soares
Primeiramente, é importante que diferenciemos “crise estrutural” da “crise conjuntural”. A crise do capital, quando estrutural, decorre de uma condição que ela mesma criou no bojo da organização do seu sistema econômico-financeiro, como falta de lastro, por exemplo, fruto do desequilíbrio de sua balança comercial, quando as importações são muito maiores que as exportações, gerando um déficit comercial crônico, o qual acarreta uma divida externa galopante. Outra variável refere-se à divida interna, gerada por serviços que o governo não consegue resgatar com as receitas obtidas, obrigando o país a emitir moeda a fim de cumprir com seus compromissos, com conseqüente geração de inflação e desvalorização da moeda corrente.
A crise financeira conjuntural, como o nome indica, depende de circunstâncias, que podem ser geradas interna ou externamente, após sua estruturação. A atual, em vigor desde 2007, começou em função do uso do capital apenas pelo capital, apenas p…

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