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Grazie, Morricone!

Por Cléber Sérgio de Seixas
Nada como uma boa trilha sonora a emoldurar uma película cinematográfica. Desde as primeiras produções do cinema mudo, quando orquestras executavam arranjos musicais que variavam conforme as cenas, imagens e música sempre caminharam de mãos dadas. Tal é a importância da música no cinema, que muitas vezes nos lembramos mais da canção original ou da trilha sonora que do filme em si. Poucos souberam casar imagens com música no universo da sétima arte como o maestro Ennio Morricone, que deixou-nos hoje aos 91 anos. 
Dono de um estilo que ia do experimental ao clássico, Morricone adentrou o mundo da música já na infância, influenciado pelo pai. Sua carreira foi prolífica desde o início. Não cabe aqui uma revisão de toda sua obra, até porque este que escreve não é nenhum especialista no assunto. Na condição de fã, o que posso salientar é minha experiência pessoal. Desde a infância chamou-me a atenção musicas de filmes western que meu pai chamava de “músicas de bang…

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